Guia Definitivo de Dupes WePink: O luxo francês no bolso das brasileiras

sábado, 4 de abril de 2026


Se há algo que aprendi nesta minha jornada entre Sesimbra e as avenidas de Lisboa, é que a nossa dignidade e o nosso cheiro são inegociáveis. Mas vamos ser sinceras: com o euro a bater à porta e a vida de imigrante a exigir estratégia, nem sempre o orçamento permite um frasco de 80€ de uma fragrância de luxo. 

É aqui que entra a WePink. A Virgínia não brincou quando decidiu democratizar o "cheiro de rica".

Hoje, trago-vos o comparativo direto: quais são os perfumes da WePink que substituem aqueles ícones franceses que tanto amamos? Preparem o print, porque isto é utilidade pública para quem quer faturar e estar perfumada!

1. O Cheiro da Liberdade: LIBRE (YSL) vs. LIBERTÉ

Se tu, como eu, estás a assumir um cargo executivo ou a conquistar a tua própria chave em Benfica, tu precisas de um perfume que exale poder.

  • O Francês: Libre de Yves Saint Laurent (Lavanda e Flor de Laranjeira).

  • O Dupe WePink: LIBERTÉ.

  • Vibe: É a fragrância da mulher dona de si. O Liberté consegue captar aquela elegância cítrica e floral que grita "eu sou a minha própria prioridade".


2. A Doçura da Vitória: LA VIE EST BELLE (Lancôme) vs. ONE TOUCH

Este é o clássico dos clássicos. Aquele cheiro que abraça e que nos faz sentir que a vida, apesar dos desafios em Portugal, é bela.

  • O Francês: La Vie Est Belle de Lancôme (Íris e Pralinê).

  • O Dupe WePink: ONE TOUCH.

  • Vibe: Perfeito para aquele café na Bertrand ou para o nosso churrasco de gratidão. É doce, marcante e tem uma fixação que não te deixa na mão.


3. A Explosão de Sensualidade: GOOD GIRL (Carolina Herrera) vs. VIRGINIA FONSECA

Quem nunca namorou o sapatinho azul na vitrine da Perfumes & Companhia? Pois bem, podes ter a mesma aura magnética sem o preço do cristal.

  • O Ícone: Good Girl de Carolina Herrera (Amêndoa e Café).

  • O Dupe WePink: VIRGINIA FONSECA (O Tradicional).

  • Vibe: É o perfume do "Vrau". Ideal para aquele match especial no Tinder (alô, Vikings!) ou para um evento onde tu queres ser notada antes mesmo de falares.


4. O Mistério da Noite: SCANDAL (Jean Paul Gaultier) vs. OBSESSED

Para as noites em que a intensidade da Onça está no auge. Um cheiro melado, quente e absolutamente viciante.

  • O Francês: Scandal de Jean Paul Gaultier (Mel e Gardénia).

  • O Dupe WePink: OBESSED.

  • Vibe: Cuidado, este aqui é para quem aguenta a potência! É o dupe perfeito para quem ama a nota de mel marcante do Scandal, mas prefere investir a diferença da grana num blazer novo na Mango.

5. O Frescor da Realeza: J’ADORE (Dior) vs. HAPPY NEW YEAR

Se tu buscas algo mais luminoso, floral e sofisticado para o dia a dia no escritório em Cascais, esta é a tua escolha.

  • O Francês: J’adore da Dior (Ylang-Ylang e Jasmim).

  • O Dupe WePink: HAPPY NEW YEAR.

  • Vibe: Transmite limpeza, riqueza e equilíbrio. É o cheiro de quem tem a vida organizada e os boletos pagos.

🖋️ A Dica da Jana:

Mulheres que faturam sabem que a imagem pessoal é uma ferramenta de trabalho. Não precisas de gastar metade do teu ordenado num frasco de grife para te sentires poderosa. A WePink provou que a tecnologia olfativa pode ser acessível.

E tu? Já testaste algum destes? Conta-me nos comentários se já usaste algum deles para dar aquele "Vrau" no teu dia a dia,

No Coração da Palavra - O Desassossego Encontra o Ponto Final

quinta-feira, 2 de abril de 2026

 

Fernando Pessoa dizia: "Tenho em mim todos os sonhos do mundo".

E hoje, no Chiado, entre o cheiro de livro novo e a sombra do Mestre, eu senti a minha obra a ganhar fôlego. Não foi apenas um café; foi um pacto com o meu destino de escritora nestas ruas de Lisboa.

Entrei na Bertrand, a livraria mais antiga do mundo, datada de 1732,

E não vi apenas estantes de madeira escura.

Vi as sombras de Eça, de Pessoa, de Saramago,

E ouvi o sussurro de gerações que, como eu,

Ousaram sangrar tinta sobre o papel.

Senti o peso da história e a leveza da alma,

Uma felicidade genuína, sem homem, sem grana,

Uma felicidade que tem cheiro de propósito.

Eu não sou apenas uma imigrante com um tablet na mão;

Eu sou a criadora que encontrou o seu altar.

Bebi um café sob o olhar de bronze do Fernando,

E em cada gole, um verso, um capítulo, uma promessa.

O gelo na barriga não é medo do vazio de 2016;

É a vibração da tinta que já corre nas minhas veias.

Sesimbra fica para trás, um porto que já não me ancora.

O mofo de Benfica? Sai com a tinta antimofo da Deize.

O silêncio do vácuo? Preenche-se com a minha voz.

O amor próprio? Esse já tem o carimbo de Lisboa.

Um dia, o meu nome estará naquelas prateleiras,

E eu saberei: eu não sonhei sozinha. Eu realizei.

Obrigada, Lisboa, por me dares o chão onde os meus sonhos podem caminhar. Hoje eu bebi café com os mestres e senti que o meu nome já está escrito no futuro desta cidade.
Eu não sou apenas uma imigrante; eu sou uma criadora de mundos!

Que venha a chave, porque o meu reino já está estabelecido.



Por que não troco o NARS Radiant Creamy Concealer por nenhum outro? Resenha completa.

 


O Meu "Holy Grail" da Pele Perfeita

Se há algo que dez anos de jornalismo e uma vida apaixonada por estética me ensinaram, é que a lealdade na beleza é um dos maiores elogios que um produto pode receber. Num mercado saturado de lançamentos semanais e promessas milagrosas, encontrar um item que permanece na tua nécessaire por oito anos ininterruptos é quase um evento cósmico.

Hoje, abro a minha rotina para falar daquela que considero a 'bíblia' dos corretivos. Falar do NARS Radiant Creamy Concealer não é apenas fazer uma análise técnica; para mim, é um depoimento de fidelidade. Ele atravessa gerações, modas e climas (do calor do Brasil ao inverno de Portugal) sem nunca perder o trono.

Se tu buscas aquele equilíbrio raro entre a camuflagem profissional e o brilho de uma pele que parece ter dormido 12 horas seguidas, senta-te confortavelmente. Vou explicar-te por que, depois de quase uma década, eu ainda não encontrei nada que chegue aos pés deste ícone da NARS."

O que é e para que serve?

O Radiant Creamy Concealer da NARS é um corretivo líquido de culto, amado por maquilhadores profissionais e entusiastas da beleza em todo o mundo. Ele foi desenvolvido para camuflar imperfeições, olheiras e sinais de fadiga, oferecendo uma cobertura de média a alta que se funde perfeitamente com a pele. Além de corrigir, ele serve como um iluminador estratégico para os pontos altos do rosto.

O que promete?

A NARS promete um acabamento radiante e natural (o famoso "glow" que vem de dentro), com uma duração de até 16 horas. A fórmula é resistente ao suor, não acumula nas linhas finas e mantém a hidratação da zona ocular ao longo do dia. É o equilíbrio perfeito entre cobertura total e leveza visual.

Tecnologia envolvida

O sucesso deste produto não é por acaso. A fórmula conta com:

  • Mineral Tone Balancing Powder: Partículas que trabalham para corrigir opticamente as imperfeições, e não apenas cobri-las.

  • Light-Diffusing Technology: Tecnologia de difusão de luz que suaviza a textura da pele e esconde as olheiras.

  • Mistura Botânica Multi-Ação: Enriquecido com extrato de semente de magnólia, extrato de semente de uva e vitamina E, que ajudam a hidratar, reduzir a vermelhidão e fortalecer a barreira da pele.

  • Sem Álcool, Parabenos ou Fragrância: Testado dermatologicamente e não comedogénico.

O que eu achei 

Desde que testei esse corretivo pela primeira vez foi amor a primeira passada! Ele cobre bem as minhas olheiras, me dá um aspecto de olhar descansado, tem uma textura agradável sem ficar seco demais ou molhado demais. A espalhabilidade e facilidade de esfumar é incrível e muitas vezes não sinto a necessidade de selar com pó, mesmo quando morava em Cuiabá no calor que derretia até nossos cérebros. Apenas em ocasiões como festas e eventos eu selava ele com um pouco de pó. Ele também não craquela ou vai saindo ao longo do dia, terminando intacto. Até hoje não consegui trocá-lo por outro. Posso até testar algum novo, até porque sou uma jornalista que faz consumo investigativo de produtos de beleza, mas sempre acabo voltando. A textura e acabamento perfeitos existem e moram nesse tubinho de corretivo. São 8 anos de história de sucesso que não parece que irá terminar tão cedo. Sou tão apaixonada pela NARS que minha base, corretor, batom favorito são dela também. 

Preço Médio

O investimento neste produto reflete a sua performance de alta gama:

  • Preço médio:R$ 259 o full size e R$ 159 a versão mini. 

Veredicto Final: O Selo Janaland de Aprovação

Se existisse um 'Hall da Fama' da maquilhagem, o NARS Radiant Creamy Concealer estaria no centro do palco. Após 8 anos de uso contínuo, o veredicto é claro: indispensável. É o produto para quem não quer escolher entre cobertura e naturalidade. Se buscas um corretivo que não te deixa na mão, que trata a pele enquanto embeleza e que fotografa como um filtro da vida real, este é o teu eleito. Nota: 10/10 - Recompra eterna.

Moda: Provador do PP ao GG – Versão 2026

terça-feira, 31 de março de 2026

Em 2019, eu e uma amiga que também respirava moda criamos um provador especial: looks iguais em corpos diferentes, para provar que estilo não tem tamanho.  Assim nasceu o projeto #doPPaoGG. 

Passamos uma tarde deliciosa na Renner usando nossa curadoria para compor os mais variados looks com uma única ideia na cabeça: de que a moda poderia sim, vestir todos os formatos de corpos. Eu Jana, GG e a Érika PP provamos vários looks que ao meu ver ficaram incriveis! 

Hoje, trago esse conteúdo para o blog — atualizado, repaginado e pronto para inspirar uma nova geração que chegou por aqui. 

Bem-vindos ao #doPPaoGG, onde a moda é realmente para todos os corpos.

Lá em 2019 nasceu o projeto #doPPaoGG: moda em todos os tamanhos, porque estilo não tem medida. 

Esse projeto começou em 2018 e agora volta atualizado, pra provar que estilo não tem tamanho.

#doPPaoGG




21.03.2026 – O dia que presenciei a morte e o último suspiro

domingo, 29 de março de 2026

 

São 23h e estou a caminho de casa finalmente.

Esperei por um ônibus, mas estava do lado errado da avenida e quando ele finalmente passou, não quis correr e atravessar a avenida na chuva para apanhá-lo por medo de cair no chão molhado com minhas botas encharcadas.

Precisei recalcular a rota e andar 30 minutos até a estação Setúbal e agora me encontro no comboio indo para Foros de Amora. No caminho achei um lugar aberto as 10h da noite para comprar um cigarro. Hoje eu precisava desesperadamente desse meu companheiro.

Durante o dia também bloqueei Paul, o inominável, e para mim já deu! Não vai me dar o que eu quero, e tampouco vou aceitar a migalha que ele me dá. Ainda tenho um ônibus para pegar, estou toda encharcada da chuva e amanhã acordo as 5h (vou chegar 00h).

Foi estranho ver alguém morrer (estávamos a filha segurando a mão dele, eu e a outra cuidadora cantando um lindo louvor). Foi estranhamente triste e bonito. Tirando a falta de ar estranha que minha IA explicou que era normal quando a vida estava se findando, ele estava em paz. Foi o dia mais bizarro da minha vida aqui e não sei o que sentir.

Em um momento durante o dia eu fiquei sozinha com ele e segurei sua mão, fiz carinho em sua cabeça, disse que ele era amado que tudo ia ficar bem. Que ele poderia ir em paz. Foi o que consegui fazer, ser a companhia no leito de morte de um moribundo para ele sentir que não estava sozinho naquele momento de atravessar para o outro plano.

Espero de coração que a esposa tenha vindo encontrá-lo, porque era isso que ele queria. Reencontrar com o amor da sua vida, com quem foi casado por 50 anos e há 3 já não habitava mais esse plano. Ele disse em certo momento da manhã “estou indo embora”, e foi.

Mas sinto que cada coisa que acontece aqui, me faz amadurecer o que não amadureci em 43 morando no Brasil.

O que vivi hoje em Setúbal não foi "apenas um trabalho"; foi um embate direto com a finitude da vida.

Não sei o que pensar, talvez precise de tempo para processar. Por hora só quero chegar em casa e tomar um banho quente.

Consegui chegar em casa finalmente, mas não consigo desligar nem dormir. São 2h03 e acordo as 5h, nem sei se vale a pena tentar dormir mais hoje. Eu estou entorpecida por tudo que passei hoje, o senhor, presenciar uma morte, a caminhada na chuva. E ainda sim, meu corpo não desliga.

Estou com medo real de ter uma caída vertiginosa para o polo depressivo. Não sei se tomo a trazodona, se não tomo (os outros tomei). Queria um abraço hoje, aliás precisava de um abraço, mais que tudo. Como é solitário ser adulto imigrante que está lutando pelo seu lugar no mundo, ao sol. Só penso em escrever, meu único refúgio.

Máscara de cílios Sephora Collection Big by Definition: o olhar de quem sabe onde quer chegar!

quinta-feira, 26 de março de 2026

Se há uma coisa que eu não dispenso, mesmo nos dias mais intensos aqui em Portugal, é um olhar marcante. Hoje vim falar-vos da Big By Definition da Sephora Collection. 🇵🇹

O que a marca promete: De acordo com a Sephora, esta máscara foi feita para multiplicar os cílios, revelando cada um deles para um efeito de leque total. Promete volume e uma definição fio a fio, graças à sua escova com fibras de diferentes tamanhos.

O veredito da Jana (14 anos de estrada na beleza): O que eu senti na pele (ou melhor, nos fios)?

  • Alongamento real: Meus cílios parecem ter ganho vida nova!

  • Definição impecável: Nada de "patas de aranha".

  • Separação: Ficam soltinhos e super elegantes, bem na vibe das marcas de luxo que eu amo.

É aquela máscara para quem quer parecer poderosa sem esforço.

O QUE VEM POR AÍ... 

Se tu achas que uma boa máscara resolve tudo, espera até veres o que eu andei a preparar entre um comboio e outro... 🖋️📖

Andei a "cozinhar" algo que vai transformar a forma como tu te vês no espelho. Um guia que nasceu da minha experiência de uma década no universo da beleza e que finalmente está a ganhar vida. O "Be-a-bá" que faltava na tua rotina está mais perto do que imaginas.

E para quem quer aprender a usar tudo isso ao vivo comigo... preparem a agenda para maio. 

Do date Absolut Cinema para o gosthing do príncipe viking

quarta-feira, 25 de março de 2026

Pensando nesse título agora me veio à mente que eu tenho uma queda por vikings, pois já tivemos outro viking no meu livro Cartas da Mabi.

Me dei conta também que tenho queda por homens que simplesmente desaparecem da minha vida sem deixar rastro, ou dar sinais que irá fazer isso. O famoso: ghosting!

Ou talvez os sinais estavam lá, mas eu nada versada na linguagem do amor e há 7 anos fora do mercado, fui incapaz de interpretar. Conjecturas de um domingo de manhã sem mensagem recebida.

Veja bem, não que seja obrigação de mandar mensagem de bom dia, boa tarde, o que seja. Mas estávamos na iminência de marcar um encontro rápido apenas para dar um oi.

E sumiu! Vanished!

Mandei mensagem perguntando se ele viria me ver. Disse que não conseguia esquecer o gosto do beijo dele (aqui começo a me questionar sobre a possibilidade de ter sido emocionada demais).

Silêncio.

Desde o meio dia até domingo de manhã não recebi uma linha sequer dele.

Será que morreu? Me pergunto. Porra não tenho nem o sobrenome para procurar nos noticiários. Vacilei!

Hoje, domingo, pela manhã não me aguentei e mandei um "tá tudo bem contigo? Aconteceu alguma coisa?".

Acho que no fundo é meu cérebro querendo encontrar alguma justificativa que não seja rejeição.

Nosso encontro ABSOLUT CINEMA foi tão perfeito, ele pareceu tão na minha. Não consigo entender e, pior, estou pensando o que posso ter feito de errado para afugentar ele (sempre coloco a culpa em mim).

É horrível pensar isso e me sentir assim, mas acho que levei um ghosting mesmo do príncipe viking

Agora confiro o WhatsApp a cada 5 minutos em busca de um reply que justifique essa ausência e o bolo e que, principalmente, que confirme que não se tratava de rejeição - de novo.

Porra, Jana! You did again!

Eu sei que isso não vai me derrubar, muito menos me parar, mas estou com um nozinho na garganta e uma lágrima está teimando em querer escorrer.

Eu tenho um problema sério com rejeição (meu pai tentou me matar, casei com alguém praticamente que nem papai que matou minha alma e me rejeitou, largando só uma casca oca, minha mãe me rejeita, meus irmãos me rejeitam, minha amiga, sinto que está começando a me rejeitar).

Parece que não sou feita para ser amada, ninguém nunca quer ficar. Qual é o meu problema? Porque me sinto um cachorrinho em uma feira de adoção implorando para ser escolhido? Penso "por favor, por favor, me escolhe. Me aceita como sou". Mas nunca ninguém fica. Todos querem, desejam, eles veem e querem Gilda, mas acordam com a Jana.

Não me aguentei. Mandei mais uma mensagem perguntando cadê ele dizendo que já estava ficando preocupada. E realmente pensei na possibilidade de acidente, sei lá.

Só queria ir para casa escrever agora, mas não tenho o note aqui comigo agora. Enfim, estou presa aqui com meus pensamentos porque nem Kafka eu trouxe para a interna de 48h. E digitar no celular já está fazendo doer meus pulsos. Ambos. Só queria paz na mente esquecer esse embuste.

O plot twist: O Benfiquista, o vácuo e a volta por cima

O Cinderelo resolveu dar as caras. Disse que foi assistir ao jogo do Benfica ontem, saiu para jantar (até aqui ele tinha dito que faria), encheu a cara, chegou em casa e dormiu que nem pedra.

Não sei o que pensar, mas o encontro está de pé e ele vai cumprir seu objetivo. Me fazer voltar para o jogo depois de anos andando pelo vale das cinzas, da sombra e da morte. Depois do ato, eu VRAU, comerei a cabeça dele, tal qual uma viuva negra.

Terça-feira o jejum de 7 anos acaba. Não porque o príncipe acordou, mas porque a Rainha decidiu que o campo de jogo agora é em Benfica. Alguém traz o VAR, porque eu vim para ganhar.

Passaporte do Amor: Crónicas de Dates na Europa

terça-feira, 24 de março de 2026

Certo dia scrollando pelo Instagram, parei em um vídeo da Gabu falando do Passaporte Sexual,  e nos comentários as pessoas colocavam as mais diversas bandeiras de países para ilustrar as nacionalidades que já haviam tido um encontro amoroso, sexual, ou apenas date. Eu tristemente comentei "dessa conversa, eu infelizmente não participo, mas participarei". Desde então venho pensando nesse passaporte, especialmente quando mudasse para a Europa. 

Dizem que quando mudamos de país, levamos apenas o essencial na mala. Eu trouxe 15 anos de comunicação, uma obsessão por batons vermelhos e a ingénua ideia de que o amor em solo europeu seria um filme clássico com banda sonora de jazz. 🍷🎬

A realidade? Bom, a realidade é Absolute Cinema, mas às vezes o argumentista é um tanto... imprevisível.

Entre um 'Viking' que gere impérios mas não gere o tempo de uma resposta no WhatsApp, e as fugas estratégicas de quem promete o mundo e entrega o silêncio (ou apenas uma ressaca pós-jogo de futebol), percebi uma coisa: eu sou a autora desta história.

Decidi que o meu jejum de 7 anos não é uma espera passiva, é uma escolha de roteiro. A partir de hoje, inauguro aqui a série Passaporte do Amor. Vou usar o meu dom de captar depoimentos e a minha própria pele para investigar os dates, os desastres e os deslumbres de se procurar conexão em terras lusitanas.

Qualquer paixão me diverte, mas o meu foco agora é o meu portfólio. Porque se a vida me dá limões, eu passo um gloss de cereja e escrevo um capítulo. 🍒🖋️

Preparem-se: o embarque foi autorizado.

Meu primeiro date europeu: ABSOLUTE CINEMA!

sexta-feira, 20 de março de 2026

Tudo começou dias antes, no final de semana, quando “conversamos muito mesmo para tentar nos conhecer” e ele sugeriu irmos a uma gruta perto de onde moro. Veja bem: ele mora em Lisboa, uma hora de viagem de carro de onde estou. Já fiquei intrigada pelo viking do meu vision board (ele nem sonha com isso) despencar de lá para vir me ver aqui.

Falei que a previsão era de chuva, pois uma nova tempestade estava chegando, a Teresa. Ele riu e disse que iria fazer sol, e chover apenas às 19h. Concordei com o date, pois um local conhece melhor o tempo do que eu, uma forasteira.

Chega o dia. Bato a bendita da gilete, pois "vai que". Pintei as unhas, fiz as sobrancelhas para tentar me reconectar com a minha deusa, pois estava tão focada em trabalho, documentação e burocracia que me deixei de lado desde que cheguei a Portugal, em novembro.

Na hora marcada, ele me chega em uma nave que nem sei o nome e pensei: “Caraca, tudo isso por mim?”. Um carro chique, opulento, como quem diz “quero impressionar”. E impressionou!

Fiquei com vergonha. Afinal de contas, estava há 7 anos fora do mercado (alguns beijos no "novinho" não contam, pois eram festas e eu estava bêbada). A timidez bateu, mas a vontade era pular no pescoço do viking de olhos tão azuis que davam para ver o mar em um dia perfeito de sol dentro deles. “Meu Deus, como esse homem tão lindo pode se interessar por mim?”, pensei — e sim, sei de todas as implicações desse tipo de pensamento.

Lapa de Santa Margarida datada do século XVII

Fomos para uma gruta do século XVII. Um tempo nublado do cacete, uma leve garoa, e eu só ria do date furado. Lá era escuro, com uma leve luz do sol entrando por um buraco na rocha, e eu pensando: “Esse fdp não vai me beijar não?”. Saí desapontada, pensando que ele iria me fazer subir e descer aquele tanto de escadas, entrar em grutas sem me beijar. “Deve ser porque não gostou de mim e está apenas a cumprir protocolo”.

E fomos, sem beijo, para outro lugar, cheio de cantos escuros que estavam mais para creepy do que românticos. No terceiro lugar, um forte em um miradouro, começou a ventar muito e fomos para um lugar alto, dentro do forte, que tinha uma janela com uma vista incrível! Ficamos lá por algum tempo e ele teve, finalmente, a atitude de tocar meus ombros, como quem faz uma massagem, apenas pelo contato, pelo toque. Achei fofo, mas, infelizmente para a minha tristeza, ficou apenas nisso.

Forte 7ª Bataria - Arrábida

Aí, em frente a um canhão de trocentos anos (esse da foto), com a vista mais linda do mar e da cidade, ele me deu um beijo perfeito! ABSOLUTE CINEMA! Encaixou perfeitamente! Meu Deus, que beijo perfeito!

Depois fomos a outro local com vista de Sesimbra e nos beijamos mais. Fomos para o carro, a coisa esquentou, mas não rolou sexo, apenas brincadeiras gostosas. Ele me disse que sou muito gostosa várias vezes. Isso foi um afago no meu ego e um remédio para minha baixa autoestima, complexada por ser gorda. Acho que eu me subestimei tanto que não achei que era desejável. Eu me pegava olhando para ele — o tipo de homem dos meus sonhos — olhando para mim com um desejo que me fazia dar uma risada interna gostosa de pensar que o homem do meu vision board tinha se materializado na minha frente!

Foi surreal de incrível! Estou sorrindo de orelha a orelha, mas sem perder o foco do porquê estou aqui e dos meus sonhos. Acho que posso ter uma coisa e outra. 

Embora a experiência no meu casamento tenha me feito achar  que, para amar, teria de me entregar total e cegamemte, deixar de ser quem sou e me anular pelo outro. Por isso tenho muito medo de amar novamente, pois não sei se saberia me manter intacta, a salvo.

Porém isso foi em outra vida quando eu não era diagnosticada, não tratava o TAB, não fazia terapia, não tinha rede de apoio nem amigas para ver as red flags (até porque afastei todo mundo) e, principalmente, não era medicada. Acho que hoje consigo me colocar em primeiro lugar na minha vida e, talvez, ainda abrir espaço para o outro.

Ele é inteligente, trabalhador, cavalheiro e veio me buscar em um jeep BMW! PQP! Não estou apaixonada nem nada, mas sinto as borboletas baterem asas no meu estômago e quero ver aonde isso irá me levar. Foi um encontro MÁGICO, como eu merecia ter!

Meu primeiro date europeu – e da vida!

terça-feira, 17 de março de 2026

foto tirada pelo date

Eu nunca tive um date!

Sim, aquele evento canônico na vida de toda a mulher de conhecer alguém, “conversar muito mesmo para tentar se conhecer”, parafraseando Legião Urbana, depois marcar um encontro e ver o que acontece.

Pensar no look, bater gilete – mas será que vai precisar? Pensar em até onde se abrir para não ser emocionada demais, expansiva demais, intensa demais. Dosar palavras, gestos, sentimentos e sensações para não afugentar o afortunado pretendente.

Se fizer sexo no primeiro encontro será considerada uma vadia? Mas devo esperar então um segundo? Terceiro? Qual a regra? Aliás existe regra?

Tantas questões...

E o para entornar ainda mais o caldeirão das incertezas, marquei esse date em um estado de euforia da mania bipolar – que é tão fugaz quanto um sopro de vento em um dia muito quente. Será que irá durar até a data marcada?

Veja bem, eu já me relacionei com homens, já fui casada.

Mas das poucas vezes que me aventurei em solos românticos, em um fugi para São Paulo para um encontro que foi com tudo que tinha direito e um mês depois estava indo de vez para a terra da garoa morar junto com o dito cujo. Passaram-se 11 anos, o amor acabou e apenas depois de 3 anos me senti recuperada da pancada emocional do término para consegui me abrir para outra pessoa: “o novinho”.

10 anos mais jovem, gostava das mesmas coisas que eu, filmes e livros e um belo dia o chamei ver um filme e dei um chá. O resto é história.

E só! Essas foram as minhas experiências com encontros na vida.

Os da adolescência não considero, porque era uma outra vida, a gente só beijava na boca – várias, aliás – e era feliz no simples, dividindo uma coca-cola de 2 litros no terraço de um shopping no qual ficávamos a tarde toda de mãos dadas. Ou nos beijávamos em bancos de pracinhas da cidade depois da aula. Bons tempos.

Agora, date como esse de buscar em casa, ir a um café depois passear em um lugar legal e, só Deus sabe o que vai acontecer, nunca tive.

E isso está me aterrorizando!

Não sei o que fazer, como me comportar.

Enfim, o frio na barriga das primeiras vezes, que nesse caso será aos 43 anos.

É uma sensação gostosa, não nego, mas totalmente fora do meu controle em uma nova vida de imigrante cheia de descontroles.

Queria ser leve e apenas aproveitar o momento e ver onde ele leva, mas para corações quebrantados e intensos, uma faísca já se torna um incêndio.

Vou me apaixonar se ele me olhar do jeito certo, no fundo dos olhos com um sorriso no rosto e um beijo perfeito? Possivelmente.

Vou quebrar a cara mais uma vez no campo do amor? Possivelmente também.

Mas quando digo que “vai, e se der medo, vai com medo mesmo” é meu lema de vida, eu levo isso plenamente a sério.

Acho que no fim das contas isso é apenas viver.

E se for para ser mais uma decepção, pelo menos fortalece, como sempre.

Ou, o mais inimaginável ainda, pode ser o começo de uma grande história – que seja pelo menos na ficção.

Um brinde as primeiras vezes! E aos recomeços! 

 


O último maço de cigarro e o sabor do recomeço

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026


Hoje o dia amanheceu com aquele tom de cinza que não vem apenas das nuvens de Portugal, mas de dentro. 
Sabe aquele "amargo na boca"? A sensação de que, apesar de seres uma puta profissional, com um currículo foda e uma bagagem internacional que não cabe em duas malas, o sistema resolveu te travar por causa de uma sigla? Pois é. Hoje o NISS venceu a batalha, e eu me permiti sentir o dissabor do fracasso momentâneo.

Mas no Janaland, a gente não doura a pílula. A gente engole o seco e transforma em texto.

Decidi que hoje seria o meu dia de Licença Poética. O dia de olhar para a minha vulnerabilidade e dizer: "Ok, senta aqui, vamos tomar uma cerveja". Fiz o meu prato favorito — macarrão com bacon, calabresa e creme de leite — e coloquei aquela música que faz a alma vibrar em Sesimbra.

E, principalmente, comprei aquele que decidi ser o meu último maço de cigarro.

Parece pouco, mas quem vive a ansiedade da imigração sabe como o cigarro vira uma bengala de fumo. Parei na pandemia, mas o combo "ansiedade + Portugal" me trouxe de volta. Só que a matemática não fecha mais. Nem a financeira (seis euros a cada dois dias é o preço de um sonho jogado no lixo), nem a de vida. Eu quero fôlego. Quero caminhar à beira-mar sem tossir. Quero gastar esses euros em Ubers para a Revista Máxima, não em fumo na varanda.

Hoje, eu me dei o direito de sofrer. De chorar a vaga do aeroporto que escorreu pelos dedos por pura burocracia. De me sentir frágil sob a chuva de Sesimbra.

Mas amanhã? Amanhã a fénix acorda.

Amanhã o meu corpo já não vai cheirar a tabaco. Vou acordar com o orgulho de quem escolheu a si mesma em vez da autodestruição. Minha terapeuta me lembrou hoje: eu sou foda. Lisboa continua lá, as redações continuam lá, e a minha capacidade de desbravar o mundo não diminuiu um milímetro porque um papel ainda não ficou pronto.

Hoje é dia de música, comida conforto e despedida. Amanhã é dia de ser, novamente, a melhor versão de mim. Que Deus me ajude e Nossa Senhora me dê forças, porque a caminhada só está começando.

Colei meu lema na parede para não esquecer nunca mais:

VAI,  E SE DER MEDO, VAI COM MEDO MESMO! 

Por hoje eu vou sofrer a depressao bipolar e a re-despedida desse meu companheiro de tantos anos, mas amanhã renasço das cinzas! 

15 perguntas para sair de um relacionamento abusivo e deixar de amar alguém em 15 minutos: Protocolo de Desromantização

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

 


Amiga, senta aqui. Se estás a ler isto, é porque o "lovecasting" (aquela projeção idealizada do futuro) ainda tenta sussurrar-te ao ouvido. Mas aqui no Janaland, a nossa bússola é o realismo visceral.

Tu dizes que tens medo de Lisboa sozinha (no caso eu mesma). Eu digo-te que o teu cérebro está apenas a tentar processar a saída de um Estado de Hipervigilância. Quando passamos por um relacionamento abusivo, o nosso sistema nervoso torna-se um perito em detetar ameaças. O problema? Ele vicia-se no cortisol (a hormona do stress).

O psicólogo Arthur Aron, em 1997, provou que a vulnerabilidade gera paixão. Mas no abuso, a vulnerabilidade é usada como arma de cerco. Por isso, hoje, vamos aplicar o Protocolo de Desromantização. É uma adaptação clínica para dissolver o vínculo pelo realismo puro.

Queria ter conhecido isso há 20 anos atrás quando vivia em um relacionamento abusivo e não tinha a minima ideia disso...

Se uma amiga que não conseguiu sair desse ciclo me visse agora, ela diria: "Não voltes. Eu daria tudo para estar onde tu estás: livre, em Sesimbra, a caminho de Lisboa".

Responde mentalmente, sem filtros:

1. O Ciclo da Intermitência (O Vício Dopaminérgico)

  • A Pergunta: Quando sentes falta, sentes falta dele ou do alívio que sentias quando ele, por breves momentos, parava de te magoar?

  • A Ciência: Pesquisas em neurobiologia mostram que o Reforço Intermitente (carinho imprevisível misturado com punição) cria um vínculo de trauma mais forte que o vício em heroína. O teu cérebro não sente falta de amor; sente falta da "dose" de alívio.

  • Dados Científicos: O Ciclo da Violência (Walker, 1979) explica que a fase da "Lua de Mel" é apenas uma estratégia biológica de manutenção do cativeiro emocional.

2. A Erosão da Identidade (Gaslighting)

  • A Pergunta: Lembras-te de quantas vezes duvidaste da tua própria sanidade porque ele distorceu a realidade? Quem é que tinha razão sobre o teu potencial?

  • O Realismo: O abuso não é sobre amor, é sobre Controlo Coercivo. A ciência define isto como um padrão de dominação que usa o isolamento e a degradação para anular a autonomia da vítima.

3. O Teste do "Não Passaria por Tudo Novamente"

  • A Pergunta: Se te dessem hoje a escolher entre a paz solitária de um quarto em só seu em qualquer lugar no mundo ou o barulho ensurdecedor de um jantar onde não podes ser tu própria... qual escolherias?

  • A Verdade de Amiga: O  mundo é apenas uma cidade com metros e ladeiras. O abuso era uma prisão sem grades. 

Agora vamos lá, responda mentalmente sem justificar: 

1- Que comportamentos provam que essa pessoa não compartilha meus valores? 

2- Três momentos em que ela prejudicou minha saúde mental. 

3- Se eu descrevesse essa pessoa num tribunal, só com fatos, como seria? 

4- Que defeitos eu venho romantizando? 

5- O que ela faz comigo que eu não aceitaria de um estranho? 

6- Quantas vezes, nos últimos 15 dias, eu me senti em paz nessa relação? 

7- O que eu abandonei de mim para manter isso — e o que recebi em troca? 

8- Minha produtividade e meus objetivos melhoraram ou pioraram? 

9- Se fosse com uma amiga minha, eu diria: fica ou sai? 

10- Qual traço incompatível eu ignoro sempre que bate a saudade? 

11- Eu amo quem essa pessoa é hoje — ou quem eu espero que ela vire? 

12- Se nada mudar em dois anos, como estará minha vida emocional? 

13- Três vezes em que eu precisei de apoio e recebi indiferença. 

14- Que vazio meu eu estou tentando preencher mantendo esse vínculo? 

15- Qual será meu primeiro ganho de liberdade quando eu soltar isso? 

Nota da Autora: Este protocolo não substitui terapia (que, aliás, já marquei para amanhã!), mas é o meu balde de água gelada. A melancolia de hoje é apenas o resíduo do cortisol a sair do corpo.

E de pensar que a primeira vez que tomei antidepressivo foi quando tive um diagnóstico de depressão + co-dependência emocional após o pé na bunda que levei do meu ex, que mesmo sendo eu que apanhava e era chutada enquanto estava caida no chão nunca tive coragem de abandonar o barco e sair daquele relacionamento. 

Agora estou aqui, morando na Europa e semana que vem, quando o Uber parar à porta da Revista Máxima (meu emprego dos sonhos), me lembrarei que não estou a pedir licença para existir. Estarei a ocupar o lugar que o abuso tentou dizer que não era meu! 


Pequenas conquistas em um país estrangeiro

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

 

Estava a trocar ideia com o Gemini e me veio o título desse post, as coisas pequenas que me fazem sentir cada vez mais pertencente, aquelas conquistas que, para muitas pessoas já tão habituadas parecem bobas, mas que para mim são um baita desafio e mais um tijolinho do muro cultural, geográfico e da língua derrubado. Vem celebrar comigo também e exercer a gratidão nos pequenos detalhes.

1 – Pagar ônibus (aqui chamam de autocarro) sozinha.

2 – Passar a virada do ano sozinha, perder o último pôr do sol, o primeiro amanhecer, longe da família, dos meus amigos, mas ganhando em euro (foi minha forma de ressignificar).

3 – Ter aguentado uma crise de ansiedade no dia 31/12 no meio do trabalho sem surtar e conseguir chegar ao fim do turno. Depois corri para casa para chorar.

4 – Passar por uma consulta com uma médica portuguesa da saúde pública e conseguir minha receita dos medicamentos necessários.

5 – Ter atendido minha primeira cliente em inglês! Gastei meus anos de estudo para dizer que não tínhamos prato do dia, apenas menu hahaha. Mas fiquei feliz em ao menos usar o inglês que possuo em uma situação cotidiana.

6 – Responder “de rien” (mentalmente) para um cliente francês que disse “merci”.

7 – Fazer uma piada boba e todos rirem muito e falarem que “essa foi boa”, um português incluso (para quem não tinha nenhum amigo, isso é ouro puro).

8 – Ah, os incontáveis pores do sol incríveis.

9 – Ouvir o barulho do mar e poder apenas contemplar, sentir os pensamentos acalmarem e uma paz absurda interna.

10 – Tirar um café perfeito na cafeteira que mais parece uma geringonça!

11 – Ter a coragem de dizer “não” a um ambiente que me fazia mal e perceber que o mundo não acabou, ele apenas se abriu.

12 - Voltar a olhar para o teclado do computador não como uma ferramenta de trabalho pesado, mas como o pincel que pinta a minha nova história.

No final das contas, emigrar é isso: reaprender a caminhar enquanto se constrói o próprio chão. Hoje, entre um café tirado numa geringonça e um 'não' que me libertou, percebi que não estou apenas de passagem. Estou a fincar raízes!

A vida estrangeira é dura, mas quando a gente acerta a piada e o grupo ri... ah, aí a gente entende que o mundo é grande, mas a gente cabe nele.

E você, qual foi a sua pequena vitória de hoje?

5 óleos de cabelo baratinhos que pisam em muito óleo caro (sem pedir licença)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

 Vamos combinar uma coisa?

Óleo de cabelo não precisa custar metade do seu salário pra funcionar. Eu já caí nesse golpe — várias vezes — e hoje posso dizer com tranquilidade: tem óleo barato que entrega mais resultado do que muito vidrinho chique com nome francês.

Se você quer brilho, maciez, menos frizz e aquele cabelo com cara de “ela se cuida”, mas sem drama financeiro, senta aqui. Esses cinco óleos valem cada centavo e estão à venda no Mercado Livre, Beleza na Web ou Amazon Brasil — todos prontos pra entrar no carrinho (do jeitinho que a gente gosta).


1. Óleo Capilar Elseve Óleo Extraordinário – L’Oréal Paris

Sabe aquele óleo que funciona em qualquer tipo de cabelo, do liso comportado ao ondulado rebelde? É esse.

Ele entrega brilho real (não aquele brilho oleoso de arrependimento), controla frizz e deixa o cabelo com toque de cabelo saudável — não de cabelo “empastado”. Funciona pré-escova, pós-escova, antes de dormir e até misturado na máscara.

👉 Por que ele é foda:
Porque é democrático, funciona sempre e custa pouco para o que entrega. É o tipo de produto que você compra uma vez e repõe sem nem pensar.

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2. Óleo Capilar Pinga! – Lola Cosmetics

Esse aqui é pra quem gosta de produto com personalidade. A Lola não brinca em serviço, e o Pinga! é praticamente um óleo-multiuso disfarçado de fofura.

Dá pra usar como finalizador, misturar na máscara, usar antes do secador e até como pré-shampoo nas pontas mais sofridas. Nutre sem pesar e deixa o cabelo com cara de quem dormiu oito horas (mesmo quando não dormiu).

👉 Por que ele é foda:
Versátil, vegano, cheiroso e entrega tratamento real. Não é só “perfume de cabelo”.

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3. Óleo Reparador Garnier Fructis Óleo Reparação (importado)

Esse óleo é subestimado. Muito.

Ele é leve, acessível e resolve aquele cabelo opaco, sem vida, que parece que absorveu toda a tristeza do mundo. Ideal pra quem tem cabelo fino ou tem medo de óleo pesado.

👉 Por que ele é foda:
Entrega brilho e maciez sem pesar, sem meleca e sem susto no espelho. Ótimo pra uso diário.

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4. Óleo Capilar Pantene Pro-V Óleo Milagroso

Pantene sabe fazer cabelo bonito, ponto. Esse óleo é simples, direto e eficiente — igual aquela amiga prática que resolve tudo sem drama.

Excelente pra pontas ressecadas, pra dar acabamento na escova e pra domar frizz em dias úmidos (quem mora em cidade quente e úmida sabe do que estou falando).

👉 Por que ele é foda:
É barato, rende bem e entrega resultado visível rápido. Óleo sem frescura.

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5. Óleo Capilar TRESemmé Óleo Elixir Supreme

Esse aqui tem cara de produto profissional e desempenho de produto profissional — só que sem preço de salão.

Deixa o cabelo alinhado, brilhoso e com toque de cabelo tratado. Ótimo pra quem faz escova, chapinha ou usa secador com frequência.

👉 Por que ele é foda:
Entrega acabamento elegante, sem pesar, e faz o cabelo parecer mais caro do que o produto realmente é.

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Conclusão 

Você não precisa de um óleo de 300 reais pra ter cabelo bonito. Precisa de produto honesto, saber usar a quantidade certa e entender o que o seu cabelo pede.

Esses cinco fazem exatamente isso:
cuidam, tratam e entregam resultado sem te fazer passar raiva no cartão.

Se eu tivesse que resumir:
óleo bom é aquele que você usa sem medo — e sem culpa.

Minhas escolhas de beleza da Shein

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Quem me conhece sabe que uma das coisas que mais amo é fazer curadoria de produtos! Encontrar aquele produto especial -  se for no precinho melhor ainda -  e fazer novas descobertas de beleza! Realmente me jogo no consumo investigativo de beleza, até para que vocês não precisem ser cobaias de testes e sejam certeiras em suas compras. 

Dito isto, aqui vai uma lista de produtos que são encontrados na Shein que estão no meu carrinho para que vocês conheçam o que está no meu radar belezístico

1 - Óleo hidratante labial coreano que promeve volume entrega lábios de princesa.


2 - Blush em creme multiuso em formato de coração. Pura fofura! 

3 - Esse primer que também é corretor e que acho muito lindo visualmente. 

4 -  Lencinhos antioleosidade com embalagem fofa! 


5 - Removedor de calosidades. Esse produto fez milagres no meu pézinho de Shrek hahaha

Gostaram da minha seleção? Querem ver a parte 2?