A internet entrou em polvorosa nas últimas semanas com os rumores de que a cantora Dua Lipa e o ator Callum Turner teriam oficializado a sua união numa cerimónia íntima em Londres. Casados ou não, a verdade é que o mundo não consegue parar de olhar para eles. Toda a gente quer manifestar um amor como o da Dua Lipa.
Quem é que viu as imagens deles a dançar, apaixonados e alheios ao mundo sob a Torre Eiffel, em Paris, e não suspirou por ter algo assim na vida? Ali, sob os holofotes, eles parecem viver num universo particular de cumplicidade. E a teoria que circula nas redes sociais é linda: ela teria manifestado este romance perfeito com a música Training Season, lançada em 2024, o mesmo ano em que o relacionamento se tornou público.
Eu mesma tenho os meus encontros casuais, onde apenas os contactos físicos imperam. Gosto de sexo e também gosto da liberdade do casual. Mas, no fundo, sou uma tola romântica. Já fiz, inclusive, uma Carta Aberta para o Amor confessando que quero alguém que me escolha todos os dias e me coloque em primeiro lugar na sua vida. Porque a verdade é esta: não ter alguém para abraçar no final de um dia de trabalho particularmente puxado e desafiador faz uma falta danada.
Agora mesmo, estou aqui há pelo menos três horas a ouvir Training Season em repeat, na esperança de manifestar o que a dona Dua Lipa tem. Olha só o que ela canta:
"Preciso de alguém que me abrace forte / Mais profundo do que eu jamais conheci / Cujo amor se pareça com um rodeio / Saiba exatamente como assumir o controle / Quando eu estiver vulnerável / Ele fale diretamente com a minha alma / (...) Será que você é alguém que pode ir além? / Porque não quero ter que te mostrar / Se essa pessoa não for você, então me fale / Porque a temporada de treinamento acabou."
Se eu gostaria de encontrar alguém assim? Muito!
Mas a verdade é que eu tenho um projeto de vida e um Passaporte do Amor para carimbar. Enquanto não encontro esse alguém que me cause vertigens e que saiba exatamente o que fazer sem que eu precise de lhe dar um manual de instruções, vou seguindo o meu roteiro. Vou me divertindo — e, às vezes, nem tanto — com os homens errados.
Dou o vácuo aos cretinos, coleciono histórias e sigo em frente. Afinal de contas, no meu mundo, tudo é matéria. Tudo é pela pauta!