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Manual de Estilo para Festivais: Do Boho ao Ritualístico

terça-feira, 28 de abril de 2026

Como se vestir para um festival se você é uma mulher intensa e não uma adolescente no Coachella!

Enquanto todo mundo vai de short jeans e glitter para festivais, a Florence vai de vestidos longos, pés descalços e uma aura de ninfa

Com a temporada de festivais à porta (e a minha mente já em modo headliner), é impossível não falar sobre a evolução do estilo que domina os relvados. Saímos do óbvio "Look Coachella" para algo muito mais profundo. Se o Boho era o nosso ponto de partida, o Ritualístico é o nosso destino final.

1. O Legado do Boho-Chic: Onde tudo começou

O Boho não morreu, ele apenas amadureceu. Esqueça as coroas de flores de plástico. O Boho de 2026 é sobre texturas e história.

  • A Peça-Chave: Franjas de couro (ou camurça) e crochê feito à mão.

  • O Toque de Luxo: É aqui que entra o DNA da Chloé ou da Etro. É um estilo que pede movimento — perfeito para quem, como eu, não consegue ficar parada quando a bateria começa.

2. A Ascensão do Ritualístico: A Era das "Summas Sacerdotisas"

Aqui é onde a Gucci e a Florence Welch reinam soberanas. O estilo ritualístico não é apenas uma roupa; é uma performance. É sobre vestir a sua própria mitologia.

  • Estética: Transparências dramáticas, capas fluídas, túnicas que parecem ter saído de um quadro pré-rafaelita.

  • O Detalhe: Elementos esotéricos — luas, estrelas, bordados de tarô e joalharia pesada (metais oxidados e pedras brutas).

3. Cottagecore Gótico: A Versão Noturna dos Festivais

Para quem, como eu, ama uma pitada de drama e mistério. É o estilo para os concertos que acontecem sob o luar.

  • Paleta: Pretos profundos, vinhos, verdes floresta.

  • O Contraste: Rendas delicadas usadas com botas pesadas (sim, o meu novo Adidas da Vinted ou uma bota militar para aguentar o pó do festival com dignidade).

4. Checklist Prático (Pela Onça Estrategista):

Não adianta ter o visual da Florence e os pés de uma "cuidadora exausta".

  • Conforto é Luxo: Escolha sapatos que aguentem 10 horas de pé. O estilo vem da postura, não do salto agulha.

  • Camadas Inteligentes: Em Portugal, o sol queima de dia e o vento arrefece a noite. Uma capa leve de seda ou um casaco de veludo bordado são os seus melhores amigos.

  • Acessórios com Significado: Menos bijuteria barata, mais peças que contem uma história.

Conclusão: O Festival como Catarse

No final do dia, o manual de estilo serve para uma única coisa: libertação. Seja no Coachella, no NOS Alive ou no Super Bock, a roupa é o seu traje de guerra para "sacudir o diabo das costas" (Shake It Out!).

Eu já estou a preparar o meu "figurino de transição". Afinal, a vida em Cascais exige que a gente saiba transitar entre o administrativo e o artístico com a mesma maestria com que trocamos uma sapatilha de limpeza por um Adidas de colecionador.

VRAU! Qual é a vossa tribo: a leveza do Boho ou o mistério do Ritualístico?

Entre Florence Welch, a Estética Cottagecore Gótico e o Reinado da Gucci

domingo, 26 de abril de 2026


Florence Welch é a musa absoluta da Gucci (especialmente na era Alessandro Michele). Ela transformou o estilo vitoriano, as rendas, as transparências e os tecidos fluidos em um uniforme de poder. Florence se veste para "flutuar" no palco, unindo a moda de luxo à performance teatral.

"It’s hard to dance with a devil on your back, so shake him off!"

Enquanto a voz de Florence Welch ecoava nos meus fones durante um trajeto de autocarro por Lisboa, senti o arrependimento subir pela pele. Não era apenas música; era um manifesto. E no mundo da moda, ninguém traduz esse "caos lírico" tão bem quanto a Gucci.

Quem é a Gucci e por que ela nos fascina?

Fundada em 1921 em Florença, a Gucci começou com malas de couro inspiradas na nobreza inglesa, mas transformou-se no símbolo máximo do ecletismo italiano. A marca sempre teve uma relação simbiótica com divas e arte — de Grace Kelly (para quem criaram o icônico padrão Flora) a Harry Styles e, claro, a nossa "Summa Sacerdotisa", Florence Welch.

A Gucci não vende apenas roupas; ela vende narrativas. Ela veste mulheres que não têm medo de serem excessivas, intelectuais e, por vezes, um pouco fantasmagóricas.

A Estética: Cottagecore Gótico

Se o Cottagecore tradicional é sobre campos de flores, vestidos de linho e uma vida bucólica ao sol, o Cottagecore Gótico é o seu lado sombrio e fascinante. Imagine uma camponesa que vive numa floresta enevoada, que lê clássicos de terror à luz de velas e que usa rendas vitorianas enquanto colhe ervas à meia-noite.

É a estética da vulnerabilidade que possui garras. É exatamente onde a Florence habita e onde a Gucci, especialmente sob a era de Alessandro Michele e agora evoluindo com Sabato De Sarno, encontra o seu refúgio.

  • Rendas e Transparências: O romantismo que não esconde a dor.

  • Veludos Profundos: O peso da história e do drama.

  • Motivos Botânicos: A natureza que tanto cura quanto consome.

O Vrau do Destino: Da Poeira à Passarela

Muitas vezes, a vida obriga-nos a um trabalho braçal que parece "atrofiar" a nossa mente. Mas, tal como a estética Cottagecore Gótico sugere, há beleza na sombra e força no sacrifício.

Ver a Florence no palco vestindo Gucci é lembrar-me que, mesmo quando estamos a "sacudir o diabo das costas" (ou a limpar o pó de uma prateleira em Vialonga), a nossa essência é feita de arte e luxo. O meu cérebro pode estar exausto, mas a minha visão permanece treinada para o belo.

Hoje, entre um gole de cerveja e um parágrafo escrito, eu "sacudo" as expectativas alheias. Se a Gucci é sobre a liberdade de ser estranha e maravilhosa, eu escolho ser a onça que, mesmo cansada, nunca perde o faro para a próxima capa de revista.

VRAU! Porque até para chorar no busão, a gente mantém a estética.

A Pequena-Grande Conquista que Cabe num Uniforme da Mango

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Transição de carreira em Portugal: Como um uniforme novo encerrou meu ciclo de cuidadora e resgatou minha autoestima

 

São 3h30 da manhã. O silêncio de Lisboa lá fora só é interrompido pelo barulho dos meus pensamentos e pela fome de quem está em jejum para exames, mas a verdade é que eu já me sinto alimentada. Alimentada por uma imagem que não sai da minha cabeça: eu, diante do espelho da Mango, experimentando o uniforme do meu novo trabalho.

Para quem vê de fora, é apenas uma calça e um blazer. Para mim, é um portal.

O Peso que Ficou na Paragem de Autocarro

Olhar para aquele caimento perfeito me fez lembrar, num flash, de todas as madrugadas de escuro, frio e chuva nas paragens de autocarro enquanto a cidade ainda dormia. Lembrei das mãos que, por meses, executaram um trabalho mecânico, exaustivo e que desafiava minhas habilidades todos os dias. Ser cuidadora me trouxe a Lisboa, me deu frutos e me permitiu honrar contratos até o último segundo — recebi até uma mensagem linda de despedida — mas o corpo cobra o preço de estar fora do seu lugar de direito.

O trabalho era mecânico, mas a ansiedade que ele me causava era humana demais.

Da "Shein por Menor Preço" ao Toque da Mango

No Brasil, a Mango sempre foi um horizonte distante. Num país onde a moda de qualidade é um luxo proibido, eu era a cliente que garimpava peças plus size na Shein, ordenando sempre pelo "menor preço". Se algo passava de R$ 100, já era um investimento pesado; uma peça de R$ 400 era um delírio.

Entrar naquela loja, que eu já namorava toda vez que descia para o trabalho no metrô Restauradores, sentir o toque macio do tecido e o corte que respeita o corpo não foi apenas "fazer uma prova de roupa". Foi entender que a minha realidade mudou. E o espelho ainda me deu um bônus: 10kg a menos. Não foram apenas quilos de gordura que se foram, mas o peso de uma vida que não me cabia mais.

"A moda sempre foi minha linguagem, mas por muito tempo eu só conseguia falar o básico. Hoje, eu finalmente comecei a declinar os verbos que eu sempre quis."

O Orgulho de Vestir a Si Mesma

Esta semana eu pego meu uniforme definitivo. Vou usá-lo com a certeza de que cada lágrima e cada segundo de incerteza valeram a pena. Para uma amante de moda e beleza, esse uniforme é a minha armadura de luxo para conquistar Cascais.

Encerro o ciclo de cuidadora com gratidão, mas fecho a porta com a chave de ouro de quem sabe que, finalmente, voltou para casa — não para o Brasil, mas para dentro de si mesma, para a carreira que ama e para a dignidade que o rímel e o blazer representam.

VRAU! O novo capítulo começou e ele tem um caimento impecável.

Balenciaga Motorcycle: A "It Bag" que desafiou o sistema e conquistou o tempo

segunda-feira, 20 de abril de 2026


Se você acompanha o mundo da moda, sabe que algumas peças nascem para ser tendência, enquanto outras nascem para quebrar as regras. A Motorcycle Bag (ou Lariat Bag) pertence ao segundo grupo. Criada em 2001 por Nicholas Ghesquière, ela quase nunca viu a luz do sol.

Quando o protótipo ficou pronto, a direção da Balenciaga não ficou convencida. A bolsa não tinha logo, era macia demais, sem estrutura rígida — o oposto de tudo o que era considerado "luxo" na época. Ghesquière chegou a deixá-la de lado por um ano.


O "Vrau" da Virada: O jogo mudou quando as modelos — as verdadeiras it girls como Kate Moss — viram o protótipo nos bastidores. Elas não queriam a bolsa da vitrine; elas queriam aquela peça que parecia um achado vintage, com ar de quem já tinha passado por mil concertos de rock. Ghesquière convenceu a marca a produzir apenas 25 unidades. O resultado? O resto é história.


Por que ela ainda importa? 

Quase 25 anos depois, a família Motorcycle (City, Work, Part Time) continua a ser o símbolo da mulher que tem "bossa". É uma bolsa funcional, com espelho embutido para retocar o batom entre um café e um texto, e um design que envelhece como vinho.

No meu olhar de consultora, a Motorcycle é o equilíbrio perfeito entre o luxo e o real. Ela não grita a marca, ela sussurra o estilo. É para quem sabe que o verdadeiro luxo não precisa de logos gigantes, mas de uma história que ressoe com a própria pele.

E você? Prefere o clássico imortal da Chanel ou a rebeldia histórica da Balenciaga? No Janaland, a gente fica com os dois.

Moda: Provador do PP ao GG – Look 1

terça-feira, 7 de abril de 2026

Como eu havia dito do post anterior, quero trazer esse provador que eu e Érika fizemos na Renner em 2019 para um novo público que lê esse blog - e também porque nunca publiquei aqui. 

A ideia era simples, ela, PP e eu, GG, usariamos o mesmíssimo look para mostrar que a moda pode ser democrática, acessível a todas independente to tamanho. 

Ao longo das semanas trarei os looks que montamos com a curadoria da Érika, expert em moda e da minha de anos conhecendo meu formato de corpo: triangulo invertido, sem muito quadril e com um busto gigante. 

Sou absolutamente apaixonada por esse ensaio que fizemos com a Aline Zanatta, minha amiga e uma baita fotografa. 

Espero que gostem. 

Essa foi a primeira vez na vida que experimentei um cropped e calça listrada na vertical, que costuma alongar e afinar (no caso ainda mais o quadril), mas o fato as listras serem coloridas, acredito que trouxe um equilibrio maior. 

O busto fica comportado nesse modelo de cropped e os acessórios e bolsas mais divertidas deixam o look mais leve, mesmo sendo de tecidos mais estruturados como o linho. 





Moda: Provador do PP ao GG – Versão 2026

terça-feira, 31 de março de 2026

Em 2019, eu e uma amiga que também respirava moda criamos um provador especial: looks iguais em corpos diferentes, para provar que estilo não tem tamanho.  Assim nasceu o projeto #doPPaoGG. 

Passamos uma tarde deliciosa na Renner usando nossa curadoria para compor os mais variados looks com uma única ideia na cabeça: de que a moda poderia sim, vestir todos os formatos de corpos. Eu Jana, GG e a Érika PP provamos vários looks que ao meu ver ficaram incriveis! 

Hoje, trago esse conteúdo para o blog — atualizado, repaginado e pronto para inspirar uma nova geração que chegou por aqui. 

Bem-vindos ao #doPPaoGG, onde a moda é realmente para todos os corpos.

Lá em 2019 nasceu o projeto #doPPaoGG: moda em todos os tamanhos, porque estilo não tem medida. 

Esse projeto começou em 2018 e agora volta atualizado, pra provar que estilo não tem tamanho.

#doPPaoGG




Por que a gente se veste? (spoiler: não é só pra não ser presa, tá?)

quarta-feira, 18 de junho de 2025

 

Senta aqui, pega um café (ou uma taça de vinho, dependendo do caos do seu dia) e me responde:

você já parou pra pensar por que a gente se veste? Tipo... além do óbvio “porque andar pelada dá processo”?

Pois bem. Hoje eu quero te contar uma coisa que talvez você já sinta, mas ainda não colocou em palavras:
roupa é linguagem. Moda é código. E se vestir é se comunicar.

👀 Sim, a roupa fala.

Quando você coloca um vestido preto, batom vermelho e salto, você está dizendo alguma coisa.
Quando você coloca uma camiseta branca, jeans e tênis, você também tá.
E quando escolhe aquele moletom surrado que parece um abraço de ex que não traumatizou, tá dizendo MUITO.

A gente se veste pra se mostrar, pra se esconder, pra performar, pra pertencer, pra afrontar, pra seduzir, pra buscar respeito, pra chamar atenção ou fugir dela.

É por isso que a moda nunca é só vaidade.
É discurso. É manifesto. É identidade visual sem precisar abrir a boca.

⏳ E isso vem de longe, viu?

Desde que o mundo é mundo (ou pelo menos desde que Eva olhou pra folha e pensou “acho que essa ficaria melhor com um cinto”), a roupa teve função simbólica.

Na Idade Média, por exemplo, só a nobreza podia usar certos tecidos. Porque roupa era sinal de poder.
No século XX, os movimentos culturais explodiram na roupa: os hippies com suas batas e franjas, os punks com seus coturnos e alfinetes, os góticos de preto até a alma, os clubbers dos anos 90 como arco-íris ambulantes.

Cada look dizia:

“Ei, eu sou assim. E ando com essa galera aqui.”

Ou seja: roupa é um GPS tribal.

🤘 A roupa te conecta com a sua galera (ou te desconecta de propósito)

Se você sai de terninho num show da Pitty, você comunica deslocamento.
Se você vai trabalhar de cropped e coturno no RH de uma multinacional careta, você também tá dizendo que não tá ali pra jogar o jogo dos outros. (E às vezes, essa é MESMO a intenção.)

Moda é um código.
Um sistema visual cheio de referências culturais, sociais, políticas e emocionais.
E a gente aprende a decifrar esses códigos desde sempre, mesmo sem perceber.

Quem nunca julgou uma pessoa só de olhar o look? Quem nunca se sentiu julgada também? Pois é.
Bem-vinda ao jogo da semiótica fashion, querida. Ele é cruel, mas é real.

✨ E aí, o que você quer dizer hoje?

Você pode usar a moda pra gritar, pra sussurrar, pra se camuflar, pra se empoderar.
O importante é lembrar que vestir é um verbo. É uma ação. É uma escolha que diz algo — sobre você, sobre o mundo, sobre o que você quer ou não mostrar.

No fim, a pergunta não é mais "por que nos vestimos?"
Mas sim: "o que eu quero dizer com essa roupa?"

E aqui em Janaland, você sabe:
pode dizer o que quiser — desde que seja com estilo, propósito e aquele toque de rebeldia afetiva que a gente tanto ama.

Beijos da sua cronista de guarda-roupa,
Jana 🖤

10 peças que nós, mulheres, "roubamos" do guarda-roupa masculino e amamos!

sexta-feira, 11 de abril de 2025


A moda é um reflexo da sociedade e de como os tempos mudam. Se antes algumas peças eram exclusivas do vestuário masculino, hoje elas fazem parte do nosso dia a dia de maneira natural e estilosa. Para essa edição dos "10 looks", selecionei itens icônicos que migraram dos armários deles para os nossos – e que nunca mais deixaremos para trás!

                                         Modelo: The Frankie Shop Calça Bea com pregas

1 - Calça

Pode parecer básico, mas nem sempre foi assim! Até o início do século XX, calças eram uma peça exclusivamente masculina. Foi apenas com a revolução da moda feminina, impulsionada por Coco Chanel e por movimentos de emancipação, que elas passaram a fazer parte do nosso dia a dia. Hoje, existem inúmeras modelagens que se adaptam a todos os estilos e corpos.

2 - Mocassim

Originalmente um sapato masculino de alfaiataria, o mocassim conquistou as fashionistas e se tornou sinônimo de conforto e elegância descomplicada. Hoje, ele aparece com diversas releituras, desde os modelos clássicos até os tratorados e coloridos.



3 - Camisa Social

Clássica, versátil e cheia de possibilidades! A camisa social deixou de ser uma peça séria e engessada para se tornar um curinga do guarda-roupa feminino. Pode ser usada oversized, como vestido, com nó na cintura ou em composições mais despojadas.

4 - Blazer

Quem disse que blazer é só para eles? O blazer feminino ganhou estruturação, cortes modernos e um toque fashionista que dá sofisticação instantânea a qualquer look. Seja em alfaiataria ou com modelagens mais desconstruídas, ele é um must-have.

5 - Jaqueta Jeans

A jaqueta jeans surgiu como uma peça utilitária para trabalhadores e cowboys, mas hoje é um item essencial no guarda-roupa de qualquer um. Funciona bem com vestidos românticos, combinações hi-lo e até sobreposições mais ousadas.

Modelo: Chinti & Parker Suéter La Mer

6 - Suéter

Nada mais estiloso e comfy do que um suéter grandão roubado do armário deles, não é? Seja para um visual preppy ou uma produção mais descontraída, ele se tornou indispensável nas temporadas frias.

7 - Bermuda de Alfaiataria

Se antes a alfaiataria era exclusividade dos ternos masculinos, hoje a bermuda nessa modelagem conquistou seu espaço na moda feminina. Com blazers coordenados ou camisetas básicas, ela é perfeita para looks elegantes e modernos.

8 - Coturno

Os coturnos surgiram no universo militar, mas ganharam um espaço poderoso na moda feminina. Hoje, são sinônimo de atitude e combinam com tudo – de vestidos fluidos a looks all black.

9 - Relógio de Pulso Grande

Nada de modelos delicados! Os relógios robustos, antes exclusivos do guarda-roupa masculino, viraram queridinhos entre as fashionistas. O mix de aço, couro e designs mais imponentes garante personalidade ao visual.

10 - Boné

Acessório super cool e despojado, o boné deixou de ser apenas funcional para se tornar um item fashion indispensável. Ele pode arrematar um look esportivo, criar um contraste com peças mais sofisticadas e trazer aquele toque urbano que amamos.

Se tem algo que a moda nos ensina é que estilo não tem gênero! Essas peças já foram consideradas "masculinas", mas hoje fazem parte do nosso armário sem pedir licença – e ainda bem! Qual delas é a sua favorita?

10 biquinis e maiôs diferentões e elagantíssimos para o Verão

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Se tem uma coisa que combina com Verão é praia! Meu feed está abarrotado de fotos perfeitas à beira mar. 

Me faria muito bem uma vitamina Mar nesse momento, mas vai ficar para um futuro próximo... Mas o que quero mostrar nesse post é uma seleção de 10 biquínis e maiôs que fizeram meus olhos saltarem, seja pela beleza ou pela elegância que evocam. 

Vem comigo e escolha um (ou vários) para chamar de seu! 

 
Achei chiquérrimo o Maiô Cutout Argola com esses recortes estratégicos - e diferentes -,  um ombro só arrematado por essa argola, além de ser de tecido texturizado. 

Não sei se estou mais apaixonada por essa estampa très chic ou pela delicadeza desse modelo (que esconde as gordurinhas) e tem um babado super delicado nos ombros.  

Na mesma estampa do modelo anterior está esse maiô que só posso chamar de ELEGANTÍSSIMO! Com um chapéu e essa calça de complemento, passearia tranquilamente pela costa Amalfitana! A melhor notícia? Ele vai do PP ao EGG!  

Gente! Eu achei tão estiloso esse maiô! Por mais que seja um estilo que nunca usaria (por conta do peito grande preciso de bojos com mais estrutura), achei tão jovial, alegre e a cara do Verão brasileiro em um resort nordestino. Compra, viaja, curte e me conta! 


 Esse maiô merece um verão europeu passeando de barco pelas ilhas da Grécia, sem mais.  

Um biquíni que mescla muita finesse pela textura do tecido e aquela brasilidade que gosta de por o corpo para jogo e não tem medo de mostrar o que é bonito! Fora o detalhe cruzado, arrematado por uma argola, que deixa o conjunto ainda mais icônico e o faz ser merecedor do troféu de modelo diferentão ;D.

Eu achei esse biquíni tão "saí de uma reunião importantíssima na Faria Lima, fui direto de helicóptero para Maresias e ainda aproveitei o look". Acho que ele tem essa vibe sabe? Usado por baixo de um Balmain e depois dando close na lancha. 

Essa Maiô Biodegradável Gola Alta deveria compor o acervo de um museu de tão icônico que ele é! Se você quer ser elegante, sem esforço e ainda diferente de TUDO que estamos acostumados a ver nas praias e resorts Brasil afora, vai nesse que é sucesso! E vai do PP ao EGG! Amaro arrasa demais!

Esse conjunto me transmitem uma finesse, delicadeza e um quê de romantismo que já quero esse conjunto para a próxima beira de rio que eu for. Usaria em tudo! Europa, Maragogi, Angra, até Santos tá valendo. Mas o que esse conjunto merece é ser irradiado pelo Sol e tomar um banho de mar. 

 

Esse biquíni já está na minha wish list! Achei elegantérrima a estampa, o modelo e principalmente, como ele é DEMOCRÁTICO! Vai do corpo magro ao gordo com a mesma finesse! 

BÔNUS


Essa saída de praia que vai bem com qualquer peça dessa seleção e conquistou meu coração!

E ainda tem cupom de desconto para a primeira compra!

R$ 50 off acima de R$ 199: BENEDITAARRUDA3091

Cuiabá Fashion Day reúne moda e solidariedade em Cuiabá

terça-feira, 18 de outubro de 2022

 

No dia 20 de outubro, moda e ação solidária em um único lugar, vem ai o Cuiabá Fashion Day no próximo dia 20 de outubro. Já estamos em contagem regressiva para esse dia memorável na história da Capital de Mato Grosso.

Os agitos da passarela com as melhores tendências da moda que voltam a brilhar em Cuiabá. Vale lembrar que parte da renda dos convites vendidos serão doados para a Associação de Apoio aos Pacientes Oncológicos de Cuiabá (AAPOC).

O evento fomenta a comercialização e promoção do polo de moda da cidade e será uma imersão de moda trazendo informações de tendências, negócios e o tradicional desfile didático.

Já reserve está data 20 de outubro para unir moda e solidariedade em um único lugar. Garanta já o seu ingresso nas lojas parceira e venha prestigiar o melhor da passarela na casa mais badalada da cidade que é a Musiva.

O propósito principal é tornar conhecido pelo público as novidades da moda, aliados a parte social revertida para a AAPOC.

O evento tem a assinatura consagrada de Marcos Correa e Gio Ascker.

Convites com os lojistas participantes e nos telefones e WhatsApp 65 99621 2663, 65 99668 4505 e 65 99977 1482.